Gifs Animados
Temporal, alerta amarelo para a maior parte dos distritos a norte, chuva nas janelas e vento forte, mau tempo lá fora e o frio a sentir-se em todo o lado…
“Onde vamos hoje, mãe?”
Hoje não tiramos os pijamas, hoje ficamos em casa, no quentinho das coisas nossas, a ver um filme juntos, a estudar, a ler, a sentir o conforto da presença um do outro. Hoje fazemos as nossas torradas, tu comes os teus Chocapic e eu os meus cereais integrais, hoje comemos a nossa sopa, hoje ao lanche tu pedes mais pão com aquela marmelada tão boa que a Dª Emília fez e queres para jantar uma sanduíche de atum com maionese (“Só um pouquinho, vá lá, mãe…”) porque hoje é Sábado, (“Não faças jantar”). (“Está bem, mas a sopa tem de ser…”) E tu aceitas e deves pensar que a tua mãe é uma chata, mas gostas dela na mesma, porque não pudeste escolher outra e mesmo que pudesses não o farias, porque esta é a que te foi destinada para toda a eternidade e gostas dela assim e não sabes porquê.
E eu sinto-te a andar pela casa e vejo-te já tão crescido e imagino-te com mais seis anos e longe de mim e eu aqui, num Sábado parecido com este sem o teu cheiro de menino tão meu, de filho a crescer tão depressa, de amor pequenino e grande como daqui até ao sol, até ao infinito. Neste Sábado tão nosso, vou parar o relógio das nossas vidas, porque sei que nesta e noutras vidas estivemos e estaremos sempre ligados, tu e eu filho meu, assim juntos para sempre e desde sempre, unidos numa eterna saudade até do que ainda não foi, até do que já passamos e não queremos repetir… Cresceste tão depressa…
Este Sábado é nosso, por isso, vamos lá comer a nossa sopa que cheira a aconchego e a mãe, porque faz lembrar quando apenas com dois anitos me dizias “Cheiras a mãe!” quando eu estava em casa e me abraçavas com mais força, porque esse dia não era dia de trabalho e eu tinha tempo para cozinhar e brincar contigo…
Este Sábado é nosso!
“Onde vamos hoje, mãe?”
Hoje não tiramos os pijamas, hoje ficamos em casa, no quentinho das coisas nossas, a ver um filme juntos, a estudar, a ler, a sentir o conforto da presença um do outro. Hoje fazemos as nossas torradas, tu comes os teus Chocapic e eu os meus cereais integrais, hoje comemos a nossa sopa, hoje ao lanche tu pedes mais pão com aquela marmelada tão boa que a Dª Emília fez e queres para jantar uma sanduíche de atum com maionese (“Só um pouquinho, vá lá, mãe…”) porque hoje é Sábado, (“Não faças jantar”). (“Está bem, mas a sopa tem de ser…”) E tu aceitas e deves pensar que a tua mãe é uma chata, mas gostas dela na mesma, porque não pudeste escolher outra e mesmo que pudesses não o farias, porque esta é a que te foi destinada para toda a eternidade e gostas dela assim e não sabes porquê.
E eu sinto-te a andar pela casa e vejo-te já tão crescido e imagino-te com mais seis anos e longe de mim e eu aqui, num Sábado parecido com este sem o teu cheiro de menino tão meu, de filho a crescer tão depressa, de amor pequenino e grande como daqui até ao sol, até ao infinito. Neste Sábado tão nosso, vou parar o relógio das nossas vidas, porque sei que nesta e noutras vidas estivemos e estaremos sempre ligados, tu e eu filho meu, assim juntos para sempre e desde sempre, unidos numa eterna saudade até do que ainda não foi, até do que já passamos e não queremos repetir… Cresceste tão depressa…
Este Sábado é nosso, por isso, vamos lá comer a nossa sopa que cheira a aconchego e a mãe, porque faz lembrar quando apenas com dois anitos me dizias “Cheiras a mãe!” quando eu estava em casa e me abraçavas com mais força, porque esse dia não era dia de trabalho e eu tinha tempo para cozinhar e brincar contigo…
Este Sábado é nosso!










